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Infográficos para Segurança do Trabalho

Prevenir é a única opção.

27/07 – Dia Nacional de Prevenção a Acidentes de Trabalho.

 

Estudos mostram que todos os anos ocorrem diversos acidentes e muitos deles são ocasionados por falta de conhecimento.

As medidas de Segurança do Trabalho devem ser aplicadas em todos os setores da empresa, de forma a disseminar a cultura de saúde e segurança desde o chão da fábrica. É necessário que sejam realizadas ações com o objetivo de conscientização.

 

>>> TEMOS 3 INFOGRÁFICOS DE PRESENTE PARA VOCÊ!

 

Para ajudar a propagar essa informações estamos presenteando nossos clientes e parceiros com 3 cartazes para fixar no quadro de avisos da sua empresa que vão ajudar a conscientizar seus colaboradores.

É só baixar, eles estão em PDF alta resolução, você pode imprimir e colocar no quadro de avisos ou entregar ao colaboradores:

 

Para aqueles colaboradores que ficam em dúvida sobre a necessidade do Equipamento de Proteção Individual:

Infográfico Devo Usar EPI

Alguns equipamentos são insubstituíveis.

Infográfico Use Luvas

Use óculos de proteção

 

Para mais informações, treinamentos, cursos e exames entre em contato.

Telefones: (21) 2221-7793 / 2507-4882

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Impacto do eSocial na segurança e medicina do trabalho

O que é:

O eSocial é um projeto do Governo Federal que visa padronizar a transmissão de informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais por parte do empregador.

Fique atento a implantação do E-Social na sua empresa:

É importante ressaltar que o eSocial não altera a legislação de Segurança e Saúde Ocupacional, mas é uma forma de verificar a prática destas legislações nas Empresas, pois essa padronização permite a checagem “on line”, rápida e simples desses dados, sem necessidade da fiscalização presencial de um Auditor Fiscal. É verdade que ele simplifica a burocracia, uma vez que as informações são lançadas apenas uma vez num mesmo sistema e isso simplifica muito. Contudo, o E-Social vai gerar multas pesadas para a Empresa que não gerar as informações de forma correta ou incoerente com a função e riscos do trabalhador, por exemplo.

Informações obrigatórias relacionadas à SST:

  • Exames Clínicos e Complementares do Trabalhador
  • Riscos existentes no Ambiente de Trabalho
  • EPI e EPC utilizados no Ambiente de Trabalho
  • Descrição de Atividade do Trabalhador
Pensando em amparar nossos clientes quanto ao projeto eSocial, desenvolvemos um plano de ação voltado para gestão das informações de SST.

 

Prazos de obrigatoriedade:
A obrigatoriedade, no que se refere à Medicina Ocupacional, ano que se refere a assuntos SST, acontece a partir de 1º de Julho de 2018, para as empresas que faturam R$78 milhões ou mais. Para as outras empresas começa a valer a partir de 1º de janeiro de 2019.
A Play Cipa ajuda sua empresa na implantação do E-Social com uma equipe especializada:

Pensando em amparar nossos clientes quanto ao projeto eSocial, desenvolvemos um plano de ação voltado para gestão das informações de SST.

Criamos um modelo operacional estruturado para evitar inconsistência de dados, bem como para gerar as informações de SST conforme modelos estabelecidos pelo eSocial.

Com isso, gerenciamos precisamente as informações de SST elaborando documentos (PPRA, LTCAT, PCMSO, ASO) dentro de um cenário tecnológico automatizado, garantindo assim a geração de informações prontas para serem enviadas ao Ambiente Nacional do eSocial. Conheça nossa estrutura operacional e tecnológica para a gestão das informações exigidas pelo eSocial e tenha a segurança de trabalhar com uma equipe especializada no assunto

DESIGNADO DE CIPA

TODA EMPRESA PRECISA TER CIPA. 

Não importa o tamanho.

 

Todas as empresas precisam ter cuidado com a segurança e saúde, isso todo mundo sabe, mas você sabia que toda empresa precisa ter CIPA, não importa o tamanho ou segmento?

 

A CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, é formada por empregados da empresa que buscam a saúde e segurança do trabalho com foco em evitar acidentes de trabalho e doença do trabalho, de acordo com a Norma Reguladora número 5, ou NR5 como é conhecida, trata de todos as questões relativas a CIPA – Conheça a Norma Reguladora 5 Clique aqui – umas dessas questões é sobre empresas com menos de 20 funcionários, e a norma diz:

5.6.4 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I, a empresa designará um responsável pelo cumprimento dos objetivos desta NR, podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados, através de negociação coletiva.

Se a sua empresa não se enquadrar na exigência de formar a Comissão de CIPA, mesmo assim é preciso designar e treinar um funcionário,  que será chamado de designado CIPA, para que ele exerça a função de CIPA e sua empresa esteja dentro da lei, caso contrário pode receber multas que podem chegar a R$ 6.419,71

A Play Cipa pode ajudar sua empresa, realizamos regularmente um treinamento para formar o funcionário Designado de Cipa. Estão incluídos os seguintes conteúdos:

Estudo do ambiente e das condições de trabalho; Metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho; Noções sobre acidentes e doenças do trabalho; Noções sobre legislações trabalhistas e previdenciária referente a segurança e saúde do trabalhador; Princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos; Organização da CIPA.

 

Abaixo esclarecemos as principais dúvidas sobre o assunto:

  • O designado da CIPA tem estabilidade?

Não. Precisa ser um membro eleito de uma comissão tradicional para ter essa estabilidade.

  • Precisa realizar reuniões e apresentar ata?

Não. Como há apenas um membro, não é possível realizar reunião, nem a ata, porém o designado deve registrar tudo que for feito para cumprir os requisitos da NR5.

  • É preciso treinar o designado?

Sim. Segue o processo normal de uma CIPA com membros eleitos e indicados.

  • Qualquer um pode ser o designado da CIPA?

Sim, desde que seja funcionário da empresa.

 

Não perca tempo e dinheiro da sua empresa.

Próxima turma do treinamento em setembro, vagas limitadas.

Telefone: (21) 2221-7793

E-mail: comercial@playcipa.com.br

Acidentes de Trajeto – Tire suas dúvidas

O que é um acidente de trajeto?

Para deixar claro do que se trata, o artigo 21, IV, d,  da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991 definiu como o acidente sofrido pelo segurado fora do local e horário de trabalho “no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado”

É bom ressaltar que para ser considerado acidente de trajeto o colaborador deverá estar no trajeto normal, isto é, o caminho percorrido para ir ao trabalho habitualmente, não precisa ser o mais curto mas se o empre­gado resol­ver alte­rar seu tra­jeto diá­rio por qual­quer motivo e sofrer um aci­dente, pode per­der os direi­tos pre­vis­tos em lei.

 

Direitos do colaborador e Obrigações da empresa

Os direi­tos do tra­ba­lha­dor que sofre um aci­dente de tra­jeto são equi­va­len­tes aos do tra­ba­lha­dor que sofre um aci­dente de tra­ba­lho, porém estes direi­tos se limi­tam ape­nas para fins pre­vi­den­ciá­rios. Isso sig­ni­fica que, ao con­trá­rio do aci­dente de tra­ba­lho, a empresa não é obri­gada a res­pon­der e se res­pon­sa­bi­li­zar pelo aci­dente de tra­jeto, já que não pos­sui con­trole sobre ele. A ocorrência também entra na contabilização das estatísticas de acidente de trabalho da empresa usadas para calcular a alíquota do Seguro de Acidente do Trabalho (SAT), contribuição calculada sobre a folha de salários. É obrigação da empresa de emitir a Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT) à Previdência Social, de forma que seu empregado, em caso de afastamento, possa usufruir do benefício previdenciário de auxílio acidente.

 

Dicas para colaboradores

Alerte seus colaboradores sobre os riscos no trajeto com algumas dicas para evitar acidentes de trajeto:

 

  • Pedestres:

Faça a travessia sempre na faixa de pedestres, se não houver atravesse a via sempre em linha reta, nunca atravesse entre os carros em movimento;

Caminhe sempre pela calçada, se não houver ande sempre em fila única pela borda da pista;

 

  • Ciclistas:

Procure utilizar as vias específicas de trânsito para bicicletas

Não beba antes de guiar sua bicicleta;

Utilize equipamentos de segurança, à noite use roupas claras e iluminação;

Evite carregar que possa afetar o seu equilíbrio;

Respeite a sinalização. Lembre-se que você também faz parte do trânsito.

 

  • Motociclistas:

Utilize todos os equipamentos de proteção;

Evite costurar no trânsito;

Cuidado nas ultrapassagens. Sinalize com antecedência sua manobra e certifique-se de que você realmente foi visto pelo motorista a ser ultrapassado; Cuidado ao passar entre veículos. Principalmente ônibus e caminhões;

Ao pilotar à noite, use roupas claras e com materiais refletivos, se estiver em rodovia ligue o pisca alerta; Mantenha uma distância segura dos veículos à frente (cerca de cinco metros) principalmente em avenidas e rodovias;

Com a chuva redobre a atenção, reduza a velocidade e evite freadas bruscas; lembre-se de que nestas condições o tempo de frenagem é duas vezes maior que o normal.

 

  • Motoristas:

Utilize o cinto de segurança

Respeite os limites de velocidade;

Não utilize telefones celulares quando estiver dirigindo;

Respeite os semáforos;

Tenha cuidado ao ultrapassar, certifique-se que esteja sendo visto e que espaço suficiente para efetuar a ultrapassagem em segurança.

 

No trajeto seja cauteloso, o bom senso evita acidentes!

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Fator Acidentário de Prevenção

Garantir a segurança dos seus colaboradores é sempre vital, e saiba que além de bom para o funcionamento da sua empresa, já que sem acidentes e sem faltas no quadro de colaboradores a produtividade é melhor, isso também é muito bom para as finanças da empresa. Essa é a lógica do Fator de Acidentário de Prevenção – FAP.

O FAP, que está em vigência desde 2010,  é um sistema bonus x malus, no qual a alíquota de contribuição de um, dois ou três por cento, destinada ao financiamento do benefício de aposentadoria especial ou daqueles concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrente dos riscos ambientais do trabalho, poderá ser reduzida, em até cinqüenta por cento, ou aumentada, em até cem por cento.
O cálculo é feito da seguinte maneira:  um multiplicador, que varia de 0,5 a 2 pontos, a ser aplicado às alíquotas de 1%, 2% ou 3% da tarifação coletiva por subclasse econômica, incidentes sobre a folha de salários das empresas para custear aposentadorias especiais e benefícios decorrentes de acidentes de trabalho. O cálculo do FAP ocorrerá anualmente.

As vantagens do FAP são para todos:

  • para todos os trabalhadores, com sua efetiva valorização, já que as empresas estarão mais preocupadas em aplicar as medidas de prevenção e com a melhoria da qualidade de vida que reflete inclusive fora do ambiente de trabalho. O trabalhador passará a ter maior confiança e segurança durante sua permanência no local de trabalho, com proteção de sua saúde.
  •  para a Previdência Social porque diminuirá no futuro os gastos com benefícios de natureza acidentária.
  • para os consumidores e a população em geral, pois teremos menos custos nos processos produtivos para o Brasil e conseqüentemente a produção com melhor qualidade.
  • para as empresas que vão poder atuar de forma mais tranqüila, pois o mecanismo de cálculo do FAP produzirá a competitividade sadia entre elas. Pagará mais quem deve e haverá redução tributária para quem faz o dever de casa da prevenção.
 Previna os acidentes na sua empresa, diminua os riscos, conscientize a todos sobre a importância da segurança no trabalho, os benefícios são para todos.

Dica: uma boa ferramenta para implantação e conscientização da segurança nos setores é a realização da SIPAT.

Segurança e saúde do trabalho na área de petróleo & gás

A capacitação para executar tarefas em Espaço Confinado – NR 33, Trabalho em Altura NR 35 são requisitos básicos e os trabalhadores desta área só podem executar essas tarefas com habilitação, sendo necessário reciclagem periodicamente, porém a baixa escolaridade e a falta de cultura prevencionista, dificultam bastante a capacitação profissional.

A atividade é quase sempre realizada em regime contínuo, onde a produção raramente para e só é possível realizar manutenção, reparo ou troca de peças na parada de manutenção. Essa parada tem prazo definido e pode variar de acordo com a planta e a demanda, e depois de estipulado, todo um exército de funcionários próprios das Empresas e terceirizados entram em ação para cumprir o prazo estipulado. A pressão, o trabalho intenso e o cenário com múltiplos riscos, andam lado a lado com a necessidade de observar as Normas Regulamentadoras e procedimentos de proteção dos trabalhadores.

Trabalho em altura, trabalho em espaço confinado, deslocamento de equipamentos pesados, corte, pintura e vários outros serviços que muitas vezes não fazem parte da rotina diária dos trabalhadores são desenvolvidos nestas paradas de manutenção que requerem muito planejamento e gestão dos riscos aos envolvidos.

trabalhadores-nr33As mortes por queda de altura na indústria do Petróleo, estão em 2º lugar no ranking de setores mais críticos, perdendo apenas para a Construção Civil. Apesar dos esforços que culminaram na criação da NR-35, voltada para as atividades em altura, publicada há 3 anos, os índices deste tipo de acidente ainda não baixaram e continuam representando em torno de 40% da média de acidentes por ano no Brasil. Contudo a NR-35, continua sendo discutida e ampliada através de anexos e mudanças em alguns pontos, com foco voltado para gestão em Saúde e Segurança, ela procura muito mais que apenas ditar métodos, ampliar a visão do TST para avaliar todos os aspectos que envolvem a atividade a ser executada.

A Avaliação Médica do colaborador para realização de trabalhos específicos, como trabalho em altura ou espaço confinado, também é um fator primordial na prevenção de acidentes por mal súbito, por exemplo. Várias condições patológicas, entre elas, cardiovasculares, metabólicas, neurológicas devem ser consideradas para avaliar a aptidão do trabalhador ao exercício da atividade. Fatores psicossocias também merecem destaque e atenção, para definição da aptidão a este tipo de trabalho.

Outro grande aliado na prevenção, se elaborado na fase de antecipação de riscos, é a APR (Análise Preliminar de Riscos). Este procedimento possibilita antecipar problemas e solucioná-los antes que eles venham causar o acidente.
Tão importante quanto o uso de EPI (Equipamento de Proteção Individual) e EPC (Equipamento de Proteção Coletiva), os treinamentos específicos de Segurança e o planejamento das atividades são fundamentais para eliminar ou minimizar riscos.

A capacitação para executar tarefas em Espaço Confinado – NR 33, Trabalho em Altura NR 35 são requisitos básicos e os trabalhadores desta área só podem executar essas tarefas com habilitação, sendo necessário reciclagem periodicamente, porém a baixa escolaridade e a falta de cultura prevencionista, dificultam bastante a capacitação profissional.

Apesar da Legislação Brasileira contemplar os riscos em muitas atividades relacionadas a área de Petróleo & Gás, temos muito que avançar na conscientização das Empresas não só para atender a Regulamentação, mas para realizar ações eficazes de Planejamentos, Treinamentos, Programas, enfim, uma Gestão prática e factível, aliando processos produtivos intensos sem abrir mão da Saúde e Segurança no Trabalho.