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Impacto do eSocial na segurança e medicina do trabalho

O que é:

O eSocial é um projeto do Governo Federal que visa padronizar a transmissão de informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais por parte do empregador.

Fique atento a implantação do E-Social na sua empresa:

É importante ressaltar que o eSocial não altera a legislação de Segurança e Saúde Ocupacional, mas é uma forma de verificar a prática destas legislações nas Empresas, pois essa padronização permite a checagem “on line”, rápida e simples desses dados, sem necessidade da fiscalização presencial de um Auditor Fiscal. É verdade que ele simplifica a burocracia, uma vez que as informações são lançadas apenas uma vez num mesmo sistema e isso simplifica muito. Contudo, o E-Social vai gerar multas pesadas para a Empresa que não gerar as informações de forma correta ou incoerente com a função e riscos do trabalhador, por exemplo.

Informações obrigatórias relacionadas à SST:

  • Exames Clínicos e Complementares do Trabalhador
  • Riscos existentes no Ambiente de Trabalho
  • EPI e EPC utilizados no Ambiente de Trabalho
  • Descrição de Atividade do Trabalhador
Pensando em amparar nossos clientes quanto ao projeto eSocial, desenvolvemos um plano de ação voltado para gestão das informações de SST.

 

Prazos de obrigatoriedade:
A obrigatoriedade, no que se refere à Medicina Ocupacional, ano que se refere a assuntos SST, acontece a partir de 1º de Julho de 2018, para as empresas que faturam R$78 milhões ou mais. Para as outras empresas começa a valer a partir de 1º de janeiro de 2019.
A Play Cipa ajuda sua empresa na implantação do E-Social com uma equipe especializada:

Pensando em amparar nossos clientes quanto ao projeto eSocial, desenvolvemos um plano de ação voltado para gestão das informações de SST.

Criamos um modelo operacional estruturado para evitar inconsistência de dados, bem como para gerar as informações de SST conforme modelos estabelecidos pelo eSocial.

Com isso, gerenciamos precisamente as informações de SST elaborando documentos (PPRA, LTCAT, PCMSO, ASO) dentro de um cenário tecnológico automatizado, garantindo assim a geração de informações prontas para serem enviadas ao Ambiente Nacional do eSocial. Conheça nossa estrutura operacional e tecnológica para a gestão das informações exigidas pelo eSocial e tenha a segurança de trabalhar com uma equipe especializada no assunto

Doença Ocupacional – Vale a pena oferecer sua saúde além do seu trabalho?

A produção acelerada, os movimentos repetitivos, o excesso de horas extras, posturas inadequadas, carregamento excessivo de peso, postos de trabalho com layout inadequados, são algumas das causas destas doenças e para evitá-las as empresas devem realizar um trabalho preventivo com ginástica laboral…

Para analisar melhor este assunto, temos que entender a definição de Doença ocupacional.
Doença ocupacional é designação de várias doenças que causam alterações na saúde do trabalhador, provocadas por fatores relacionados com o ambiente de trabalho. Elas se dividem em doenças profissionais ou tecnopatias, que são causadas por fatores inerentes à atividade laboral, e doenças do trabalho ou mesopatias, que são causadas pelas circunstâncias do trabalho. As primeiras possuem nexo causal presumido, mas nas segundas a relação com o trabalho deve ser comprovada. Ambas são aplicadas aos casos de auxílio-acidente e aposentadoria especial.
(Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego).

Dentre o maior índice de doenças Ocupacionais, podemos citar como exemplo de Doença Profissional a LER/DORT (Doença Osteomuscular Relacionada ao Trabalho) causada em decorrência do trabalho repetitivo. Bursite, tendinites, incidência de Hérnias de Disco e síndrome do túnel do Carpo são as causas mais comuns de afastamentos do trabalho.

A produção acelerada, os movimentos repetitivos, o excesso de horas extras, posturas inadequadas, carregamento excessivo de peso, postos de trabalho com layout inadequados, são algumas das causas destas doenças e para evitá-las as empresas devem realizar um trabalho preventivo com ginástica laboral, adotar pausas para descanso, realizar rodízios de equipes nas atividades em linha de produção e ter foco na identificação, discussão e propostas de melhoria na ergonomia.

A Doença do Trabalho mais comum e que acomete uma grande parcela de brasileiros é a PAIR (Perda Auditiva Induzida pelo Ruído), pelo fato de o ruído ser o agente de risco mais comum em ambientes industriais. O uso de protetor auditivo, se apresenta como um dos métodos mais comuns e práticos para reduzir o nível de exposição ao ruído ocupacional. Ele deve ser fornecido pela Empresa ao trabalhador, sempre que ele desempenhar suas atividades acima de 85 dB (A) dependendo da duração de sua jornada de trabalho, uma vez que o nível de ruído permitido em decibéis, varia conforme a carga horária do trabalhador.

Se não houver uma mudança radical na mentalidade organizacional das Empresas, tratando o trabalhador como ser humano, limitado em força e capacidade de trabalho e não como, uma extensão das máquinas da linha de produção, não conseguiremos mudar esta realidade e minimizar os custos de afastamentos por doenças ocupacionais e aposentadorias precoces por invalidez, que tanto impactam na Economia do País.