Saúde abre consulta pública sobre tecnologias para tratamento da Covid-19

O Ministério da Saúde quer ouvir a sociedade sobre propostas de procedimentos hospitalares para tratamento de pacientes com Covid-19. As tecnologias propostas são: as vacinas da Fiocruz e da Pfizer/Wyeth, o medicamento casirivimabe + imdevimabe (REGN-COV2), o procedimento de oxigenação por membrana extracorporal (ECMO) para pacientes com síndrome respiratória aguda grave, e as Diretrizes Brasileiras para Tratamento Hospitalar do Paciente com Covid-19. Todos os temas avaliados foram demandados pelo Ministério da Saúde.

Todas as tecnologias avaliadas para incorporação no SUS são submetidas à consulta pública. Essa etapa acontece para que a sociedade participe desse processo, agregando evidências científicas ou experiências pessoais relacionadas aos tratamentos avaliados ou à condição de saúde. Qualquer pessoa ou instituição pode participar, seja com contribuições técnico-científicas, de especialistas, pesquisadores, profissionais de saúde; ou com contribuições de experiência.

As manifestações podem ser enviadas até 26 de maio. Clique aqui para participar.

Considerando o contexto da pandemia e urgência na conclusão dos temas, o prazo para envio de contribuições será de 10 dias. Após essa etapa, os temas retornarão para a avaliação final do plenário da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia no Sistema Único de Saúde (Conitec). O relatório com a recomendação da comissão, após finalizado, será encaminhado para subsidiar a decisão do Ministério da Saúde acerca do tema.

Diretrizes

O Ministério da Saúde elabora uma série de orientações para tratamento de pacientes com quadro grave de Covid-19, quanto ao uso adequado de oxigênio e suporte ventilatório, sedativos e bloqueadores neuromusculares, entre outros tratamentos. A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia no Sistema Único de Saúde (Conitec) se manifestou favorável, inicialmente, à aprovação das Diretrizes Brasileiras para Tratamento Hospitalar do Paciente com Covid-19.

A pasta ressalta a recomendação para que os pacientes procurem uma Unidade Básica de Saúde para atendimento médico logo nos primeiros sinais da doença. A medida é fundamental para evitar casos graves.

Fonte: Ministério da Saúde

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